| |
OFICIAL ADVENTISTA DA MARINHA AMERICANA É CONDENADO À PRISÃO
SINOPSE: oficial da marinha americana, após tornar-se adventista optou por não carregar armas e combater. Levado à corte marcial foi condenado, de maneira incomum, a 7 meses de prisão. Está sendo solicitada a revisão da pena. Fonte http://news.adventist.org/index.html.en
United States: Adventist, Non-Combatant, Sentenced to Jail by U.S. Marine Corps Court-Martial
December 16, 2004 Camp Lejeune, North Carolina, United States .... [Mark A. Kellner/ANN]
A United States Marine Corps court-martial has sentenced a Marine, who came to a belief in non-combatancy shortly after signing a two-year re-enlistment, to seven months in jail, rather than separating him from the military. Observers say this is a highly unusual outcome for such a case, which is usually handled less drastically.
Marine Corporal Joel David Klimkewicz, a native of Birch Run, Michigan, is married and has a 3-year-old daughter. He will be imprisoned, suffer a reduction in rank to private, and given a Bad Conduct Discharge from the Marine Corps, according to the Dec. 14 verdict of a court-martial held at Camp Lejeune, one of the nation's largest Marine Corps bases.
"In 36 years of dealing with these cases, this is the first one I've seen go so far," said Richard O. Stenbakken, a retired U.S. Army chaplain and Seventh-day Adventist church pastor who, until recently, headed Chaplaincy Ministries for the 13.4-million member church.
Adventist church attorney Mitchell Tyner said, "The Marine Corps, in its zeal to prevent others from avoiding combat, has totally misread this soldier and the result is a serious miscarriage of justice. We hope the Corps will reconsider the total disproportional nature of the sentence and reduce it immediately."
Klimkewicz, who experienced a religious awakening while on a shipboard assignment in the Marines, formally joined the Seventh-day Adventist Church in the summer of 2003. Before his conversion, Klimkewicz, by his own admission, led a less-than-exemplary life. Afterward, his wife, a Japanese citizen who has a temporary residence permit and is seeking permanent resident status in the United States, as well as his coworkers and superiors in the Marines, noticed a marked change in his behavior and attitude.
Klimkewicz told Marine Corps officials that he was willing to serve, but not to carry a weapon or to take a life. The Seventh-day Adventist Church supports non-combatancy for its members who serve in the military, but leaves such decisions to a member's individual conscience.
In such cases, a servicemember is often given an assignment that supports his views, or is given an administrative discharge from the military. Klimkewicz volunteered for two separate deployments where he would help clear land mines in Iraq, a task in which he would not have to carry a weapon, but superiors refused him. He was charged with "disobeying a lawful order" from a superior, Major Kirk Cordova, executive officer of the Second Combat Engineers Battalion of the 2nd Marine Division, to carry a weapon.
Stenbakken, and attorney Tyner, are asking the Marine Corps to revoke the sentence imposed on Klimkewicz, which can be done either through an appeals process or by the commanding general of the 2nd Marine Division. The two believe no useful purpose is served by jailing the corporal: "This is not a man who needs to be 'reformed,'" Stenbakken said. "He's turned his life around and his peers say so."
Local Adventist church members in the Jacksonville, North Carolina area have indicated they will help Klemkewicz's wife and daughter as needed through this situation.
With approximately 114,000 congregations in 203 countries and areas of the world, the Seventh-day Adventist Church has long advocated non-violence and peaceful solutions to conflicts. The church operates one of the largest educational networks in the world, and also emphasizes healthy living in its worldwide outreach.
Copyright © 2004 by Adventist News Network. 12501 Old Columbia Pike, Silver Spring, Maryland, USA 20904-6600 phone: (301) 680-6306. e-mail address: adventistnews@gc.adventist.org.
Escrito por Luiz J. Marquart às 22h13
[]
[envie esta mensagem]
OS ADVENTISTAS E AS LEIS DOMINICAIS
LEITURA DO DIA: REVISTA ADVENTISTA - DEZEMBRO/2004 - PÁGS. 12 A 14 - "Os Adventistas e as leis dominicais - sinais indicam que o terreno está preparado para o cumprimento das predições de Ellen White." Autor: Rubem M. Scheffel.
Procure ler este artigo. Traz um histórico das leis dominicais, desde Constantino até as leis americanas do séc.XIX, e a criação da Associação Nacional de Liberdade Religiosa pelos adventistas. Reproduzo os dois parágrafos finais do artigo que combinam bastante com nossa linha desenvolvida neste blog.
"Estamos vivendo num mundo globalizado. E essa globalização prepara o cenário para os eventos finais, pois o fim do grande conflito se dará numa escala global. A perseguição mundial contra o povo de Deus pressupõe um governo e uma autoridade religiosa de caráter mundial. Tanto a ONU como o papado já fizeram reivindicações nesse âmbito. Deus está no comando, e Ele sabe quando estas coisas começarão a suceder. Quem viver, verá."
Escrito por Luiz J. Marquart às 21h17
[]
[envie esta mensagem]
EPIDEMIA TAMBÉM NO BRASIL - FOLHA ONLINE
16/12/2004 - 10h00
Excesso de peso atinge mais brasileiros do que a desnutrição, diz IBGE JANAINA LAGE da Folha Online, no Rio
A POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) de 2002-2003, organizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que o excesso de peso na população brasileira já é um problema de maior magnitude do que a desnutrição.
O consumo excessivo de açúcares e gorduras popularizou um problema que até então era relacionado à abundância de recursos. Segundo o IBGE, o excesso de peso se mostrou oito vezes superior à desnutrição entre as mulheres e quinze vezes entre os homens.
Hoje, o percentual de pessoas acima do peso no país chega a 40% dos adultos ou 38,8 milhões. Deste total, 10,5 milhões podem ser consideradas obesas. O total de pessoas com déficit de peso é de 3,8 milhões ou 4% da população.
Percentuais até 5% de pessoas com déficit de peso são considerados aceitáveis no estudo das populações. Isto porque eles representam a parcela de pessoas constitucionalmente magras.
Já o excesso de peso não conta com um percentual "aceitável" na população. Isto porque, segundo o IBGE, "há evidências epidemiológicas de que a incidência de várias doenças crônicas, incluindo em particular doenças cardiovasculares e diabetes, aumenta significativamente com o IMC a partir de 25 quilos/ metro quadrado.
De acordo com o IBGE, o excesso de peso alcança grande expressão em todas as regiões do país, no meio urbano e no meio rural e em todas as classes de rendimentos.
Entre os homens a relação entre renda e excesso de peso é mais uniforme, mas entre as mulheres a maior incidência é verificada nas classes intermediárias de renda.
O excesso de peso tende a aumentar com a idade, de modo mais rápido para os homens: 48,3% entre 35 e 44 anos e 51,5% de 45 a 54 anos. Nas mulheres, o efeito é mais lento, porém mais prolongado: 41,4% entre 35 e 44 anos e 57,5% entre 55 e 64 anos.
Os homens com excesso de peso representam de 20% a 30% no Norte e no Nordeste, e de modo geral, a incidência é grande em famílias com rendimento mensal de até meio salário mínimo per capita.
O excesso de peso entre as mulheres tem aumentado principalmente na região Nordeste e entre as famílias com rendimento mensal de até meio salário mínimo por pessoa. Nas demais regiões e classes de renda, a tendência é de estabilização ou até mesmo de declínio.
Os obesos representam hoje cerca de 20% do total de homens com excesso de peso e cerca de um terço do total de mulheres com excesso de peso.
Desnutrição
Já o quadro da desnutrição vem perdendo força no país. Segundo o IBGE, mulheres das áreas rurais do Nordeste e pertencentes a famílias com rendimentos mensais de até um quarto de salário mínimo por pessoa têm baixa exposição à desnutrição. Nos demais estratos da população feminina e para todos os da população masculina, as evidências indicam ausência de exposição relevante à desnutrição.
A pesquisa do IBGE considera o IMC (Índice de Massa Corporal) de cada indivíduo. Este indicador representa a relação entre o peso em quilos e a altura ao quadrado em metros. Pessoas com IMC abaixo de 18,5 quilos/ metro quadrado são consideradas como portadoras de déficit de peso. O excesso de peso é caracterizado pelo IMC igual ou superior a 25 quilos por metro quadrado e a obesidade por índice igual ou superior a 30 quilos por metro quadrado.
A análise nutricional adotada pela pesquisa do IBGE é inédita. Ela relaciona hábitos alimentares com dados antropométricos. O trabalho foi realizado em parceria com o Ministério da Saúde.
Escrito por Luiz J. Marquart às 15h11
[]
[envie esta mensagem]
MINORIAS RELIGIONAS NO TURKEMEN ISTÃO
ASN
Agência Adventista Sul-americana de Notícias
ANO 7– 2004 – 239 – 09/12/04
Turkemenistão: Em meio a obstáculos, crescem as minorias religiosas
Silver Spring, Maryland, EUA... [ASN] As minorias religiosas continuam crescendo no Turkemenistão, apesar dos obstáculos colocados no caminho desses grupos, confirmou a Associação Internacional de Liberdade Religiosa (IRLA).
Foram os fiéis da Igreja Adventista do Sétimo dia que em 1893, nos Estados Unidos, organizaram a IRLA, uma associação não sectária que promove os princípios da liberdade religiosa para todas as pessoas em qualquer lugar do mundo.
Por mais de 100 anos, a IRLA tem feito campanhas pelos direitos humanos, incluindo a liberdade de consciência, e tem estado na vanguarda dos apelos para a total liberdade religiosa no Turkemenistão.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia no Turkemenistão tem um número aproximado de 68 fiéis e foi registrada pelas autoridades estatais como uma igreja protestante em junho passado. Além de ainda não ter um lugar para se reunir, os fiéis estão enfrentando outros obstáculos.
Em novembro de 1999, a comunidade mundial presenciou imagens de uma escavadeira demolindo uma igreja adventista em Ashgabat. Segundo um ex-ministro das Relações Exteriores, o presidente do Turkemenistão, Saparmurat Niyazov, havia dado a ordem para destruir a igreja. Quase cinco anos depois, em 1º de junho de 2004, os adventistas, batistas e baha’is estavam entre os grupos religiosos minoritários a quem foi concedido o registro do governo (Notícia ANN 01/06/2004).
Segundo a agência de notícias “Fórum 18”, um serviço de notícias, a polícia secreta do Ministério de Segurança Nacional sabe que os adventistas, uma minoria religiosa no Turkemenistão, celebra o dia de Sábado como dia de repouso e culto. As fontes protestantes afirmam que mesmo que a semana escolar no país seja de segunda a Sábado, quase a metade das crianças em idade escolar não vão às aulas aos sábados porque ficam ajudando a família que trabalha no mercado e em outras atividades.
Segundo informações recebidas, os grupos minoritários registrados têm diferentes graus de liberdade. Os baha’is, em Ashgabat, podem reunir-se regularmente, porém não em outras cidades. Aos batistas foi negado o direito de terem um lugar de reunião ou mesmo regressar ao prédio da sua igreja, que foi confiscado pelas autoridades e dado a outros. Os noticiários persistem em afirmar que os grupos religiosos, mesmo os registrados, não podem importar literatura de apoio aos fiéis, não podem alugar facilmente locais para reunião ou convidar oradores estrangeiros.
Segundo o “Fórum 18”, apesar da proclamada anistia do presidente Niyazov, o chefe islâmico Mufti Nasrullah ibn Ibadullah continua preso, como também os testemunhas de Jeová. Os prisioneiros por razões de consciência, pertencentes à minoria religiosa em que estão incluídos os batistas e outros testemunhas de Jeová, não foram liberados pelas anistias presidenciais. Os prisioneiros liberados devem jurar sobre o Corão, em uma mesquita, e fazer um juramento nacional de obediência que as minorias religiosas consideram blasfemas. O ex-chefe Mufti é considerado o prisioneiro religioso por motivos de consciência sob a mais longa sentença em qualquer país da ex-União Soviética.
Ao mesmo tempo, o grupo do “Fórum 18” informa que outras comunidades religiosas no Turkemenistão enfrentam obstáculos ao se visitarem umas às outras, incluindo os testemunhas de Jeová, os devotos do Hare Krishna, muçulmanos do Uzbekistão e a Igreja Apostólica Armênia. Foi negado também ao diretor da Sociedade Bíblica do Uzbekistão a entrada no país, como foi ao relator especial das Nações Unidas para a liberdade de religião ou crença. A única comunidade religiosa que tem liberdade de viajar ao Turkemenistão é a Igreja Ortodoxa russa. [ANN/Mark A. Kellner]
Escrito por Luiz J. Marquart às 12h03
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|