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CHINA PRESSIONA NOVO PAPA - post The Christian Post

China Calls For Pope to Sever Vatican Ties With Taiwan

China officials called on newly elected Pope Benedict XVI to improve China-Vatican relations by severing ties to Taiwan and stay out of China's internal affairs

Friday, Apr. 22, 2005 Posted: 12:12:37PM EST

 

Two women pray at a government approved Catholic church in Beijing Thursday April 21, 2005. Chinese Premier Wen Jiabao said Thursday that China is willing to build relations with the Vatican only if newly elected Pope Benedict XVI breaks ties with rival Taiwan. The communist Beijing government ordered Chinese Catholics to break ties with the Vatican in 1951, and allows people to worship only in government approved churches which don't recognise the Pope's authority. (AP Photo)


Escrito por Luiz J. Marquart às 22h59
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FALCÃO NA ONU - post BBC news

COMENTÁRIO: mais da direita fundamentalista, agora na ONU, e já temos um no Banco Mundial.

Bush presses Senate on UN nominee
US President George W Bush has urged the Senate to "put aside politics" and confirm John Bolton, his controversial nomination as ambassador to the UN.

Mr Bush said Mr Bolton was the "right man at the right time" for the job.

On Tuesday senators delayed a vote on the nomination until next month to examine new allegations.

Mr Bolton - a well-known critic of the UN - is accused of poor management and influencing intelligence, but the White House says the charges are unfounded.

More details follow.



Escrito por Luiz J. Marquart às 18h20
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OS BENTOS INSPIRADORES - post PrimeiraLeitura

http://www.primeiraleitura.com.br/auto/leia.php?id=43411 versão completa

Dois Bentos inspiradores: contra a escravidão e a guerra

Bento 14 foi um papa muito próximo do Brasil: criou, em 1745, os bispados de São Paulo e de Mariana (MG) e proibiu, sob pena de excomunhão, que se escravizassem os índios e os negros; foi um dos mentores do diálogo inter-religiões

Joseph Ratzinger, agora papa Bento 16, homenageia, na verdade, não apenas o Bento que o antecedeu, o 15, cujo pontificado vai de 1914 a 1922, compreendendo o período da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), mas também o Bento anterior, o 14, que liderou a Igreja Católica entre 1740 e 1758, nos dias que antecederam a Revolução Americana e a Revolução Francesa, em plena difusão das idéias iluministas. Enfrentou, ainda, os monarcas absolutistas, que contestavam a autoridade papal, negociando e assinando várias concordatas.

Raramente, ou nunca, na história, a instituição foi combatida com tanta energia. O anticlericalismo ainda hoje vigente na França é herdeiro daquele período. Os movimentos republicanos da virada do final do século 19 e início do 20 também beberam nessa fonte.

Bento 14 é mais próximo da história do Brasil do que muitos imaginam. Foi ele quem criou, em 1745, os bispados de São Paulo e de Mariana (MG) e proibiu, sob pena de excomunhão, que se escravizasse os índios e os negros. Foi um dos mentores do diálogo inter-religiões, uma marca retomada por João Paulo 2º, e ficaram famosas suas relações com os protestantes. Sensibilizado com esse comportamento de Bento 14, a família do protestante inglês Lord Walpole erigiu em Londres um monumento ao papa e saudou-o como “monarca sem favoritismo, papa sem nepotismo, censor sem amargor, doutor sem orgulho.”

Do Bento 15, certamente Ratzinger deseja a inspiração para um discurso em favor da paz. Afinal, foi aquele papa quem declarou a neutralidade da Igreja no primeiro conflito mundial e, em verdade, apelou à concórdia. No dia 1º de agosto de 1917, o papa Bento 15 lançou ao mundo uma proposta de paz que foi ignorada por todos os governos então em guerra (leia a íntegra do apelo nesta edição).

Bento 14
O Bento 14, é inevitável apontar, viveu, guardadas as muitas diferenças, embate semelhante àquele com o qual Ratzinger vai se defrontar: o confronto entre os domínios da fé e da razão leiga. Não deixa de ser um embate intelectual à altura.

Bento 14 sustentou esse embate sem, no entanto, se tornar um papa inimigo da ciência. Ao contrário: foi durante seu papado que os livros de Galileu e Copérnico saíram do Index, o índice de textos proibidos pela Igreja.

Nascido em Bolonha, de origem nobre, doutorou-se em teologia e direito, em Roma, foi nomeado cardeal (1728) e arcebispo de Bolonha (1731) e depois eleito papa com 50 votos entre 51 votantes do conclave de 1740. Teve o pontificado marcado por atitudes moderadoras marcantes, que o tornaram respeitado até pelos seus adversários.

Relacionou-se com os maiores sábios e artistas de seu tempo, católicos ou não-católicos. Cuidou de trabalhos arqueológicos e foi sob suas ordens que o Coliseu de Roma começou a ser reconstruído. Fundou quatro academias em Roma e criou cátedras de física, química e matemática na universidade romana de Sapienza.

Contra a escravidão
Bento 14 teve uma atuação de severa crítica contra a escravidão. A bula lmmensa Pastorum, de 1741, foi endereçada aos bispos do Brasil e de outras partes da América. O objetivo era exortar os religiosos a defenderem melhores condições de vida para os escravos, índios e negros. O relato completo dessa posição do papa está na obra A Igreja e a Escravidão no Brasil, do historiador dom Estêvão Bettencourt.

Segundo Bettencourt, a bula lembra, de início, que “não devemos ter maior caridade do que nos preocuparmos em colocar nossa existência não só a favor dos cristãos, mas também da escravatura e inteiramente a favor de todos os homens”. A seguir, expõe o problema: “Por isto recebemos certas notícias não sem gravíssima tristeza de nosso ânimo paterno, depois de tantos conselhos dados pelos mesmos Romanos Pontífices, nossos Predecessores, depois de Constituições publicadas prescrevendo que aos infiéis do melhor modo possível dever-se-ia prestar trabalho, auxílio, amparo, não descarregar injúrias, não flagelos, não ligames, não escravidão, não morte violenta, sob gravíssimas penas e censuras eclesiásticas...”

O Pontífice ainda recorda, renova e confirma as declarações dos Papas Paulo 3º, de 1537, e Urbano 8º, de 1639. O primeiro ordenou ao arcebispo de Toledo que protegesse os índios da América e ameaçou de excomunhão, cuja absolvição ficaria reservada ao papa, quem os subjugasse. Urbano 8º estipulou severas censuras canônicas para todos os que violentassem o livre arbítrio dos índios, convertidos ou não.

Bento 14 chamou de desumanos os atos de prepotência contra os escravos e estabeleceu excomunhão “latae sententiae ipso facto incurrenda” (isto é, excomunhão infligida desde que cometido o delito) e outras censuras canônicas para os que maltratavam os índios. E por “maus tratos aos índios” explica o Pontífice que entende escravizar, vender, comprar, trocar, dar, separar de suas mulheres e filhos, esbulhar, levar para outros lugares, cercear de qualquer modo a livre ação, deter no cativeiro, como também, por qualquer pretexto, ajudar de qualquer forma os agentes destas iniqüidades. Exorta finalmente os Bispos a que “com diligência, zelo e caridade cumprissem a sua tarefa”.

O Marquês de Pombal, por alvará de 8 de maio de 1758, mandou executar essa bula em todo o Brasil apenas no tocante aos indígenas. Na verdade, o teor do documento refere-se a todos os homens, incluídos os de origem africana trasladados para o Brasil.



Escrito por Luiz J. Marquart às 11h30
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PROTESTANTISMO AMERICANO EM APOIO AO NOVO PAPA - post www.chistianpost.com

Protestant Leaders Pray for Ecumenism, Holy Spirit to Guide Pope

Christian leaders representing millions of Protestants worldwide congratulated Pope Benedict XVI on his election and expressed hopes for a renewed dedication to ecumenism and dialogue.

Wednesday, Apr. 20, 2005 Posted: 6:39:40AM EST

 

 

Christian leaders representing millions of Protestants worldwide congratulated Pope Benedict XVI on his election and expressed hopes for a renewed dedication to ecumenism and dialogue.

 

 

“As the Charta Oecumenica states, ‘There is no alternative to dialogue,’” the Rev. Dr. Keith Clement, General Secretary of the Conference of European Churches, wrote in a statement Tuesday. We therefore look for a further stage of the ecumenical journey and in the coming days will welcome every sign and assurance from the Roman Catholic Church that we can walk together on that road.”

The Rev. Samuel Kobia, General Secretary of the World Council of Churches, expressed similar sentiments.

“We pray to our common Lord Jesus Christ, asking that your Pontificate become a blessed time of dialogue between churches, of dialogue in truth and love, of dialogue as an exchange of gifts among Christian churches, a dialogue of conversion,” Kobia said.


...http://www.christianpost.com/article/church/2047/section/protestant.leaders.pray.for.ecumenism.holy.spirit.to.guide.pope/1.htm

 

Pauline J. Chang
pauline@christianpost.com

 



Escrito por Luiz J. Marquart às 11h12
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PENSAMENTOS DO PAPA BENTO XVI

COMENTÁRIO: Ellen G. White, escrevia em 1886, numa publicação da época, transcrita à pg. 114 do livreto Eventos Finais, que a união das igrejas, especialmente do chamado protestantismo ao catolicismo, se daria por mudanças no protestantismo e não no catolicismo. Segundo esta autora ROMA não muda, declara-se infalível e, como vemos nas declarações abaixo, a única igreja que pode levar à salvação.

The New York Times 

April 20, 2005

The New Pope on the Issues

On Secularism

"We have moved from a Christian culture to aggressive and sometimes intolerant secularism," Cardinal Joseph Ratzinger said in November 2004 in an interview with the daily La Repubblica. "A society from which God is completely absent self-destructs. We saw that in the major totalitarian regimes of last century."

On Other Religions

He has repeatedly condemned "religious pluralism" and relativism, the idea that other religions can hold the way to salvation, and he has been instrumental in blocking the advance of priests who support such views. In 2000 the Vatican document "Dominus Jesus," in which Cardinal Ratzinger was the driving voice, called for a new Catholic evangelism and described other faiths as lesser searches for the truth.

"This truth of faith does not lessen the sincere respect which the Church has for the religions of the world," the document said, "but at the same time, it rules out, in a radical way, that mentality of indifferentism characterized by a religious relativism which leads to the belief that 'one religion is as good as another.' "

The Sex Abuse Scandal

The new pope has often denounced immorality within the church. He wrote the meditations read aloud during the Good Friday procession this year that condemned "filth" in the church. He has been scathing, however, about news coverage of the scandal. In December 2002, Zenit News Services quoted him as saying that fewer than 1 percent of priests were abusers and that American news coverage was a campaign against the church.

"One comes to the conclusion that it is intentional, manipulated, that there is a desire to discredit the church," he said.

Women in the Church

Cardinal Ratzinger wrote the church statement in August 2004 that repeated the prohibition against women as priests and criticized feminism as ignoring biological differences. It also called on governments to "manage conditions so that women do not need to neglect their families if they want to pursue a job."

Sexuality and Marriage

He has been a leading voice in the church for enforcing traditional doctrine on homosexuality, extramarital sex and artificial birth control, writing a letter to American bishops in 1988, for example, criticizing their acceptance of condoms to stop the spread of AIDS, saying the American view supported "the classical principle of tolerance of the lesser evil."

He has condemned efforts to legalize same-sex marriage as "destructive for the family and for society" and as a dangerous separation of sexuality and fertility. A church statement in July 2003 in which he was listed as principal author said: "There are absolutely no grounds for considering homosexual unions to be in any way similar or even remotely analogous to God's plan for marriage and family. Marriage is holy, while homosexual acts go against the natural moral law."

Abortion and Euthanasia

Benedict has insistently spoken out against abortion, euthanasia, stem-cell research and cloning. In his book "God and the World," published in October 2000, he painted a grim picture of the results of genetic research, writing, "There is a last boundary that we cannot cross without becoming the destroyers of creation itself."

In July 2004, the magazine L'Espresso released part of an unissued memorandum to American bishops in which he gave guidelines for denying Communion to politicians who supported abortion rights.


Copyright 2005 The New York Times Company


Escrito por Luiz J. Marquart às 10h13
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MAIOR EVENTO

As fotos abaixo postadas nos dão uma visão daquele que foi o maior funeral de um papa nos últimos 2000 anos e um dos mais amplos encontros de líderes mundiais.

Em Apocalipse 13:3, na sua última frase há menção de um poder, do qual toda a terra se maravilhou e foi seguida. Parece que mais esta profecia está se cumprindo.

O que você acha? Opine postando sua mensagem.



Escrito por Luiz J. Marquart às 04h03
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post http://www.nytimes.com



Escrito por Luiz J. Marquart às 03h57
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post http://www.nytimes.com



Escrito por Luiz J. Marquart às 03h53
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QUEM É RICK WARREN - post www.time.com

COMENTÁRIO: publiquei hoje, logo abaixo, uma repostagem sobre a igreja PURPOSE DRIVEN MOVEMENT que tem, como seu líder, Rick Warren. Segue artigo da revista TIME sobre este pastor de grande sucesso.

Rick Warren
America's New People's Pastor: These are heady times for Rick Warren. His book The Purpose Driven Life, which says that meaning in life comes through following God's purposes, has sold more than 20 million copies over the past two years and is the best-selling hardback in U.S. history. When he took the podium to pray on the final night of Billy Graham's Los Angeles crusade at the Rose Bowl in November, the 82,000 congregants cheered as if Warren had scored the winning touchdown. And on the eve of the presidential Inauguration, Warren, who pastors the 22,000-member Saddleback megachurch in Lake Forest, Calif., delivered the Invocation at the gala celebration. Later he met with 15 Senators, from both parties, who sought his advice and heard his plan to enlist Saddleback's global network of more than 40,000 churches in tackling such issues as poverty, disease and ignorance. And when 600 senior pastors were asked to name the people they thought had the greatest influence on church affairs in the country, Warren's name came in second only to Billy Graham's. Although Franklin Graham is heir to the throne of the Billy Graham organization, many believe that Warren, 51, is the successor to the elder Graham for the role of America's minister.



Escrito por Luiz J. Marquart às 03h31
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TIME Photo Essay: A Pope's Farewell: World leaders, foreign dignitaries and pilgrims from around the world flooded into Vatican City to pay final respects to Pope John Paul II . As the assembled dignitaries depart at the end of the service, former President Bill Clinton and President George W. Bush pause for a moment to exchange reflections on the ceremony . PHOTO BY JAMES HILL / CONTACT FOR TIME

post http://www.time.com



Escrito por Luiz J. Marquart às 03h27
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TIME Photo Essay: A Pope's Farewell: World leaders, foreign dignitaries and pilgrims from around the world flooded into Vatican City to pay final respects to Pope John Paul II . Pope John Paul II is carried away to be buried in the crypt of St. Peter's after a mass celebrating his life had just finished. PHOTO BY JAMES HILL / CONTACT FOR TIME

post http://www.time.com



Escrito por Luiz J. Marquart às 03h26
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RESUMO DA OBRA JPII - post site Carta Maior

COMENTÁRIO: resumo muito lúcido e conciso da teologia de JPII refletida em suas ações. Leia e reflita.

Agência Carta Maior

Boletim Diário

     
13/4/2005
O CORAÇÃO DA MATÉRIA
BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS
Difícil libertação da teologia
Os grandes temas dos teólogos malditos – democracia interna, injustiça social, sexualidade, discriminação – têm de voltar a ser postos na mesa agora. Sem isso, é duvidoso que a Igreja possa continuar a ter pretensões de ser o testemunho vivo de Cristo no mundo em movimento.
Na vida como na morte, João Paulo II (JPII) foi um espetáculo midiático que revolucionou a imagem da Igreja no mundo católico e não católico. Agora que o espetáculo terminou, é tempo de reflectir sobre o legado do papa e os desafios com que a Igreja Católica (IC) se confronta.

Quando JPII iniciou o seu pontificado, a IC debatia-se com três problemas. A questão da modernidade: como interiorizar os valores da modernidade como a liberdade, os direitos humanos e a democracia. A questão ecumênica: quais as possibilidades e os limites do diálogo com outras religiões. A questão social: como articular evangelização com promoção humana em sociedades onde as desigualdades sociais não cessavam de aumentar. Estas questões tinham estado no centro do Concílio Vaticano II (1962-65) e tinham dominado os debates teológicos subseqüentes entre aqueles para quem o Vaticano II tinha ido longe demais e pensavam ser necessário desactivar o seu impulso reformista (os conservadores) e aqueles para quem o Vaticano II tinha de ser prosseguido, até porque não tinha ido tão longe quanto devia (os progressistas).

A eleição de JPII significou a vitória dos conservadores. A questão da modernidade foi tratada de modo contraditório. Em nível externo, os valores da modernidade foram abraçados como pedras basilares da luta anticomunista. Modernidade tornou-se sinónimo de capitalismo e, pela primeira vez em sua história recente, a IC identificou a sua mensagem com a de um sistema econômico concreto (encíclica Centesimus Annus). Esta posição selou a aliança de JPII com Reagan e Thatcher, parceiros na revolução conservadora dos anos oitenta. Em nível interno, a questão da modernidade foi suprimida: democracia e liberdade são para vigorar na sociedade, não na Igreja. Esta, para ser fiel à sua missão, deve continuar a ser uma monarquia absoluta, centrada no papa e na Cúria, e todos os desvios devem ser punidos.

O povo de Deus só existe na comunhão com a hierarquia e, por isso, não tem voz nem voto para além dela. Todo o impulso democratizante pós-conciliar foi, assim, neutralizado: exacerbou-se o centralismo, com o esvaziamento do Sínodo dos Bispos; dezenas de religiosos e teólogos foram suspensos, silenciados, censurados, por ousarem abordar questões proibidas: sacerdócio das mulheres, celibato, uso de contraceptivos, aborto, culto mariano, infalibilidade do papa, novas fronteiras da biologia.

Os jesuítas, entre quem soprava forte o vento da renovação, foram fustigados (substituição do Superior Geral, proibição da Congregação Geral de 1981). Pelo contrário, à Opus Dei – conhecida pelo seu conservadorismo teológico e disciplina rígida, e por defender a confessionalidade das instituições temporais – foi confiada a tecnologia institucional do restauracionismo, até ser convertida em prelatura pessoal do papa, com o que passou a estar subtraída ao controle dos bispos locais.

A contradição entre o tratamento interno e externo dos valores da modernidade passou despercebida do grande público pela maestria com que o papa reduziu a abertura da Igreja à democratização da sua imagem mediática. E o mesmo se passou com a questão econômica. Devido à recusa de JPII de qualquer abertura dogmática ou teológica, o diálogo inter-religioso ficou-se pelos espectáculos dos encontros ecumênicos. O mesmo se passou com a questão social, sendo que aqui a virulência conservadora de JPII atingiu o paroxismo.

Tratou-se de uma repressão brutal da teologia da libertação. Esta corrente teológica, assente na opção pelos pobres – “se Deus é Pai tem por missão tirar os seus filhos da miséria” – ganhava terreno na América Latina, continente onde vivem metade dos católicos do mundo, e traduziu-se num novo catolicismo popular que envolvia clérigos e leigos na luta social e política contra a injustiça social. É hoje sabido que JPII se serviu de informações da CIA – sua aliada na luta contra o comunismo – para acusar bispos e padres de subversão marxista, suspendendo-os ou forçando-os a resignar.

Agora que terminou o espectáculo, a Igreja confronta-se com as mesmas questões de 1979 e está em piores condições para lhes dar uma resposta positiva. A Igreja não se deixará iludir pela adesão dos jovens a JPII. É certo que o adoravam, mas estariam provavelmente tão dispostos a seguir na prática os seus ensinamentos conservadores como os ensinamentos revolucionários de Che Guevara, colado ao peito das suas t-shirts. Muita da energia pós-conciliar para libertar a teologia perdeu-se. A verdade é que os grandes temas dos teólogos malditos – democracia interna, injustiça social, sexualidade, discriminação – têm de voltar a ser postos na mesa. Sem isso, é duvidoso que a IC possa continuar a ter pretensões de ser o testemunho vivo de Cristo no mundo em movimento.



Boaventura de Sousa Santos  é sociólogo e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal)




Escrito por Luiz J. Marquart às 03h00
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PURPOSE DRIVEN MOVEMENT - post site Cristian post

COMENTÁRIO: notícia, publicada no site www.cristianpost.com, dá conta do 25o. aniversário da Igreja PURPOSE DRIVEN MOVEMENT. Igreja nascida em 1980, com sete pessoas, conta hoje com 350.000 pastores espalhados por 150 países. Seu líder, Rick Warren, considerado pela revista TIME uma das 100 pessoas mais influentes do país, vai revelar um plano de evangelismo que movimentará 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Nome do plano: PLANO DE PAZ. Se você conhece esta igreja post sua mensagem.

Saddleback to Hold 25th Anniversary Celebration Event Tomorrow

Saddleback members and attendants, along with Christian leaders and other guests around the world will celebrate the church’s 25th anniversary tomorrow in Anaheim Stadium

Saturday, Apr. 16, 2005 Posted: 10:51:29AM EST

 

LOS ANGELES – Around 45,000 members and regular attendants of Lake Forest, Calif.’s Saddleback Church, along with Christian leaders and other guests around the world will convene tomorrow at Edison International Field in Anaheim to celebrate the church’s 25th anniversary and the founding of the Purpose Driven Movement.

Saddleback Church, founded and pastored by Rick Warren, has grown to 20,000 members since the ministry began in 1980 with seven people meeting in Pastor Rick and Kay Warren’s apartment. Meanwhile, since the Purpose Driven Movement began, millions of lives have been transformed through tens of thousands of churches in 150 countries. Over 350,000 pastors and leaders in 120 countries have been trained in Purpose Driven Seminars, and over 20,000 churches in 28 countries have completed 40 Days of Purpose.

During the 25th anniversary celebration, Rick Warren – who is featured in the current TIME cover story listing of the 100 most influential individuals for 2005 – will unveil “the church’s commitment to a new reformation in Christianity and vision for a worldwide spiritual awakening in the 21st Century through the PEACE Plan, that will mobilize one billion people in missions by the year 2020,” according to A Larry Ross Communications, the public relations agency representing Warren.

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Also attending will be the President of Rwanda, Paul Kagame.

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Kenneth Chan
kenneth@christianpost.com


Escrito por Luiz J. Marquart às 01h58
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