Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, CARAPICUIBA, CHACARA VALE DO RIO COTIA, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Informática e Internet, Livros, Cães (3)
MSN - luizmarquart@msn.com







www.g1.com.br

Histórico
 Ver mensagens anteriores



Categorias
Todas as mensagens
 Link
 Evento
 Citação
 EUA - estado x religião
 Ecumenismo
 Natureza dá sinais
 EUA: decadência
 Igreja Católica


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 FreeTranslation - traduza textos do inglês para português
 Ministério Cristo Vai Voltar
 IGREJA DE MOEMA
 CASA CPB Casa Publicadora Brasileira
 Biblical Perspectives - Ph. D. Samuele Bacchiocchi
 Biblical Research Intstitute (vejam seção perguntas e respostas)
 BibleGateway (Bíblia em diversas línguas e versões)
 Babylon - Tradutor inglês-português e outras língua
 Advir - lições e comentários esc. sabatina, imagens, novidades, música...
 Adventist Review (semanal / similar n/Revista Adventista)
 Adventist Book Center (loja virtual com livros, bíblias, multimídia...)
 UOL - O melhor conteúdo
 Bloglines - RSS
 Blogline It's Time For Jesus
 Google Earth - imagens de todo o mundo
 Livros on-line: espírito de profecia e outros
 Ciência Religião Mídia por Michelson Borges
 Criacionismo SCB Soc. Criacionista Bras.
 Portas Abertas - servindo cristãos perseguidos


 
@ EH TEMPO DOS SINAIS @

Natureza dá sinais



20 milhões desabrigados

postado http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070803_enchentessulasiabg.shtml

Enchentes na Índia, em Bangladesh e no Nepal já deixaram mais de 20 milhões de pessoas desabrigadas.

As fortes enchentes em vários países da Ásia também já mataram ao menos 150 pessoas, e não há perspectivas de que a situação vá melhorar nos próximos dias, já que a previsão é de ainda mais tempestades.

Como as chuvas continuam a atingir a região, especialmente o sul da Ásia, equipes de resgate estão tendo dificuldades em fornecer comida, água e outros bens essenciais para as vítimas.

Temporadas de enchentes são comuns nesta época do ano para a região, mas as chuvas deste ano provocaram algumas das piores ocorrências em duas décadas em partes da Índia, do Nepal e de Bangladesh.

Choques

As enchentes danificaram inúmeras estradas e pontes nesses países, dificultando o acesso de equipes de assistência às vítimas - muitas das quais estão ilhadas nos telhados de suas casas.

A previsão meteorológica é de que chuvas ainda mais intensas cairão nos próximos dias, principalmente na região central da Índia.

Até o momento, a região havia sido poupada pelas fortes chuvas.

As mais graves enchentes na Índia se deram nos Estados de Bihar, Uttar Padesh e Assam.

O Exército e a Força Área do país se uniram a times de resgate para auxiliar as vítimas, que até o momento chegam a 12 milhões de pessoas.

Mas muitas das pessoas atingidas pelas enchentes protestaram contra a escassez de alimentos e entraram em choque com policiais em diversos campos de refugiados, em Assam, onde a situação está mais grave.

A estrada que liga os sete Estados a Assam está alagada em diversos trechos e mais de 60 pontes na região caíram.

A impossibilidade de se locomover na região já perdura há uma semana.

'Casas ambulantes'

Em Bangladesh, milhares de famílias desabrigadas estão buscando refúgio em outras áreas do país, menos atingidas pelas chuvas.

Muitas delas estão levando paredes e telhados de suas casas, a fim de reconstruí-las em outros locais.

No Nepal, a Cruz Vermelha disse que, além de enchentes, as chuvas causaram também deslizamentos, e atingiram duramente diversos distritos da região de Terai – a mais populosa e com a mais próspera agricultura do Nepal.

O tempo vem melhorando no país, mas os estoques de comida estão acabando e existe um risco de que águas poluídas possam causar doenças e prejudicar colheitas em caráter permanente.

O governo do Nepal deverá pedir nesta sexta-feira uma ajuda adicional para comunidade internacional.



Escrito por Luiz J. Marquart às 10h07
[] [envie esta mensagem]



Em busca da Arca de Noé

Olá! Segue texto de Leonardo Boff, teólogo católico, nos falando sobre a necessidade de pensarmos alternativas ao modelo atual de produção que leva o mundo à exaustão de suas capacidades de reproduzir-se. Interessante salientar frase em que coloca a existência de vozes desejosas por "uma central mundial de poderes para enfrentar a necessária revolução dos meios de produção  e de consumo". Dá o que pensar,não é mesmo? Boa reflexão. Original postado em http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3572&boletim_id=276&componente_id=5229

Em busca da arca de Noé

Aqui e acolá se ouvem vozes que falam da urgência de uma central mundial de poderes para enfrentar a necessária revolução nos modos de produção e de consumo. Caso contrário, poderemos conhecer, ainda neste século, o destino dos dinossauros.

Data: 25/04/2007

O memorando do encontro Bush-Lula, em março, acerca da produção de etanol e de biocombustíveis, não deixa de causar preocupações nos meios do pensamento ecológico. O relatório do Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas (IPCC) deixou claro que a Terra está buscando celeremente um novo equilíbrio com o aumento de sua temperatura, que pode provocar um verdadeiro transtorno nos climas mundiais, uma devastação da biodiversidade e um risco de desaparecimento de milhares e milhares de seres humanos. Esta situação alarmante está suscitando novas responsabilidades nos governos do mundo inteiro, procurando adaptações e estratégias de minoração dos efeitos nocivos. Aqui e acolá se ouvem vozes que falam da urgência de uma central mundial de poderes para enfrentar coletivamente os problemas globais e também da necessidade de uma revolução objetiva nos modos de produção e de consumo. Caso contrário, poderemos conhecer, ainda neste século, o destino dos dinossauros. Depois de reinarem, soberanos, por 133 milhões de anos sobre o planeta, desapareceram, há 65 milhões de anos, incapazes de se adaptar ao estado novo da Terra, provocado pela queda de um imenso meteoro rasante, provavelmente, no Caribe.

No memorando Bush-Lula, busca-se uma alternativa à matriz energética dominante, mas não uma alternativa ao tipo de sociedade menos energívora e mais respeitosa para com a Terra. O que ambos procuram é uma arca de Noé que possa salvar o sistema imperante. Ora, cabe perguntar: esse sistema pode e merece ser salvo? Não é ele que com sua voracidade de explorar de forma ilimitada todos os recursos da natureza é o principal responsável pelo aquecimento global? Sobre isso o IPCC não diz sequer uma palavra. Minuciosos cálculos revelaram que o sistema dominante e globalizado, movido a petróleo e com uma economia de competição e não de cooperação, só funciona a contento apenas para 1,6 bilhões de pessoas. Ocorre que somos cerca de 6,5 bilhões. Como ficam esses restantes? Edward Wilson, o grande especialista da biodiversidade, em 'O futuro da vida' deixou claro que se quiséssemos universalizar o bem estar dos países industrializados, deveríamos contar com outras três Terras iguais a esta. Nosso modo de viver não é, pois, sustentável. Chegou agora, com as mudanças climáticas, ao seu fim, no duplo sentido de fim: realizou suas potencialidades (fim como objetivo alcançado) e também chega ao seu fim, (fim como morte) condenado a desaparecer.

O que está em jogo não é, portanto, uma alternativa à matriz energética, mas uma alternativa ao padrão de produção e consumo, numa palavra, uma alternativa de civilização. Que adianta redesenharmos todo o mapa produtivo brasileiro em função de manter o velho sistema se ele já tem os dias contados? Sobre este ponto, o memorando Bush-Lula não faz sequer um aceno. Convocados a ajudar na formulação de alternativas não são tanto técnicos nem economistas, mas pensadores, os que vêm das ciências da vida e da Terra, os portadores de um novo sonho, capaz de construir uma arca de Noé que inclua realmente a todos e não apenas alguns. O tempo do relógio corre contra nós. Seria desejável que no Governo Lula houvesse, como em outros paises há, uma central para pensar a crise sistêmica e suas possíveis saídas salvadoras. Junto com tantos amantes da Terra, aqui deixamos este desafio.



Escrito por Luiz J. Marquart às 15h02
[] [envie esta mensagem]



Projeções do IPCC

Olá!

A FSP e outros jornais publicaram, no úlitmo dia 07, uma série de projeções climáticas divulgadas pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática). 

Isto tudo pode ocorrer nos próximos 50 anos:

  • 40% é a elevação máxima estimada na vazão dos rios em regiões mais distantes do equador;
  • 30% é a queda máxima estimada navazão dos rios nas regiões tropicais áridas;
  • 30% das espécies sofrem risco de extinção de s temperatura média global subir de 1,5C a 2,5C;
  • 70% é o declínio estimado na recarga dos aqüíferos do nordeste brasileiro;
  • geleiras dos Andes tropicais provavelmente desaparecerão em 15 anos;
  • Amazônia, em parte, será transformada em cerrado se confirmado o aumento da temperatura e a queda da unidade do solo;
  • redução de até 60% da vazão dos rios do sul da Europa até 2070;
  • até 10% do PIB de alguns países africanos sera consumido em adaptação à mudança climática;
  • mais de 1 bilhão de pessoas na Ásia poderá sofrer de escassez de água em 2050;
  • sete dos megadeltas asiáticos, como do rio Mekong, estão entre as áreas mais afetadas pela elevação do nível do mar.

É só aguardar e conferir.



Escrito por Luiz J. Marquart às 09h41
[] [envie esta mensagem]



COFRE DO FIM DO MUNDO

REPOSTED FROM http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/02/070209_vaultdoomsdayg.shtml

09 de fevereiro, 2007 - 07h58 GMT (05h58 Brasília)

Mark Kinver

Noruega construirá 'cofre do fim do mundo' para proteger sementes

O projeto final do chamado "cofre do fim do mundo" que vai abrigar sementes de todas as variedades conhecidas de plantas com valor alimentício foi apresentado pelo governo da Noruega.

A Caixa Forte Internacional de Sementes Svalbard será construido dentro de uma montanha em uma ilha remota perto do Pólo Norte.

O cofre tem o objetivo de salvaguardar a agricultura mundial de catástrofes futuras, tais como guerra nuclear, queda de asteróides e mudanças climáticas.

A construção começa em março e o banco de sementes deverá entrar em operações em 2008.

O governo norueguês está custeando a construção da caixa forte - US$ 5 milhões. Ela terá espaço suficiente para armazenar 3 milhões de amostras de sementes.

A coleta e manuntenção da coleção está sendo organizada pelo Global Crop Diversity Trust, que tem a responsabilidade de garantir a "conservação perpétua da diversidade das culturas".

"Nós queremos uma rede de segurança porque não queremos correr riscos demais com a biodiversidade de culturas", disse Cary Fowler, secretário-executivo do Trust.

"Você pode imaginar uma resposta efetiva, eficiente, sustentável às mudanças climáticas, escassez de água, questões de segurança de alimentos sem o que está indo para a caixa forte - é o material básico da agricultura."

"À prova de futuro"

A caixa forte de sementes será construida a uma profundidade de 120 metros dentro da montanha de Spitsbergen, uma das quatro ilhas que compõem Svalbard.

Fowler disse que Svalbard, que fica mil quilômetros ao norte da costa da Noruega, foi o local escolhido porque é muito remoto e também oferece o nível de estabilidade exigido para o projeto de longo-prazo.

"Nós olhamos para bem longe no futuro. Nós vimos os níveis de radiação dentro da montanha, e nós vimos a estrutura geológica da área", afirmou.

"Nós também fizemos uma simulação de mudanças climáticas drásticas dentro de 200 anos, que incluía o derretimento das calotas de gelo dos pólos Norte e Sul, e da Groenlândia, para nos certificarmos de que o local ficará acima do nível do mar nessas circunstâncias."

Ao construir uma caixa forte dentro da montanha, o solo permanentemente gelado continuaria a fornecer refrigeração natural em caso de falha do sistema mecânico, explicou Fowler.

''Forte Knox''

A caixa forte do Ártico vai atuar como um armazém de reserva para uma rede global de bancos de sementes que contam como apoio financeiro do Trust.

Fowler disse que uma proporção das sementes armazenadas nestes bancos será depositada em Svalbard, que funcionará como um "Forte Knox", numa referência à famosa caixa forte que armazena ouro do governo americano.

Embora a caixa forte norueguesa tenha sido projetada para proteger espécies de acontecimentos catastróficos, ele acrescentou que ela pode ser usada também para realimentar bancos de sementes nacionais.

"Um exemplo ocorreu em setembro, quando um tufão afetou as Filipinas, destruindo seu banco de sementes", disse Fowler.

Segundo ele, a tempestade levou água e lama para o banco, o que pode levar ao apodrecimento de sementes.

Manutenção

Assim que estiverem dentro da caixa forte, as amostras serão armazenadas a uma temperatura de - 18º C.

O período de tempo em que as sementes mantidas a esta temperatura conseguem manter sua capacidade de germinação depende da espécie.

Algumas culturas, como ervilhas, podem sobreviver por apenas 20 ou 30 anos. Outras, tais como girassóis e grãos, durariam por muitas décadas ou até por centenas de anos.

Depois que a coleção estiver definida em Svalbard, Fowler disse que a caixa forte vai operar com muito pouca intervenção humana.

"Alguém irá lá uma vez por ano para fisicamente inspecionar lá dentro e ver se está tudo OK, mas não haverá funcionários em período integral", afirmou.

"Se você projeta instalações para serem usadas nas piores situações possíveis, elas não podem realmente depender muito de seres humanos."



Escrito por Luiz J. Marquart às 22h03
[] [envie esta mensagem]



CARNE E O PLANETA

Amigos, o editorial, abaixo transcrito, foi publicado no NYT de hoje http://www.nytimes.com/2006/12/27/opinion/27wed4.html e nos leva a refletir sobre os problemas que a produção de carne e tudo que a envolve trazem para o planeta. São diversos aspectos e nos levam a pensar seriamente na abstinência deste alimento, bem como a visualizar a possível crise de abastecimento num futuro próximo.

Algumas das questões levantadas:entre gado e búfalo temos 1,5 bilhões de cabeças, mais 1,7bilhões entre caprinos, consumindo mais alimento do que produzindo! Destroem-se áreas de florestas para transformear em pasto, são responsáveis por 18% do aquecimento global e ocupam 30% da superfície terrestre. Estatísticas de uma preocupante realidade. 

Boa leitura!

December 27, 2006
Editorial

Meat and the Planet

When you think about the growth of human population over the last century or so, it is all too easy to imagine it merely as an increase in the number of humans. But as we multiply, so do all the things associated with us, including our livestock. At present, there are about 1.5 billion cattle and domestic buffalo and about 1.7 billion sheep and goats. With pigs and poultry, they form a critical part of our enormous biological footprint upon this planet.

Just how enormous was not really apparent until the publication of a new report, called “Livestock’s Long Shadow,” by the Food and Agriculture Organization of the United Nations.

Consider these numbers. Global livestock grazing and feed production use “30 percent of the land surface of the planet.” Livestock — which consume more food than they yield — also compete directly with humans for water. And the drive to expand grazing land destroys more biologically sensitive terrain, rain forests especially, than anything else.

But what is even more striking, and alarming, is that livestock are responsible for about 18 percent of the global warming effect, more than transportation’s contribution. The culprits are methane — the natural result of bovine digestion — and the nitrogen emitted by manure. Deforestation of grazing land adds to the effect.

There are no easy trade-offs when it comes to global warming — such as cutting back on cattle to make room for cars. The human passion for meat is certainly not about to end anytime soon. As “Livestock’s Long Shadow” makes clear, our health and the health of the planet depend on pushing livestock production in more sustainable directions.


 



Escrito por Luiz J. Marquart às 10h07
[] [envie esta mensagem]



Estoques de Peixes podem acabar - post BBC

@ artigo completo leia em http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/11/printable/061102_pesca_fimrg.shtml

Richard Black

Estoques de peixe podem acabar até 2048, diz estudo

Um estudo divulgado nesta quinta-feira indica que não haverá praticamente mais nada para pescar nos oceanos até o ano de 2048, caso a atual taxa de mortalidade das espécies marinhas continue do jeito que está hoje.

De acordo com o levantamento, feito por uma equipe internacional de cientistas e publicado na revista científica Science, os estoques de pesca já caíram em cerca de 33% e a taxa de eliminação da biodiversidade marinha continua aumentando.

No entanto, os cientistas acreditam que ainda é possível reverter a previsão, caso sejam ampliadas as áreas de proteção.

“Nós exploramos os oceanos esperando e supondo que haverá sempre uma nova espécie para ser explorada depois que acabarmos completamente com a última”, disse o cientista Boris Worm, da Universidade Dalhousie, do Canadá, que coordenou a pesquisa.

“O que estamos ressaltando aqui é que a quantidade de peixes nos mares é finita; nós já passamos por um terço, e vamos passar pelo resto.”

Alerta

Outro cientista envolvido no projeto, Steve Palumbi, da Universidade de Stanford, também faz o seu alerta: "Se nós não mudarmos fundamentalmente a forma como administramos o conjunto das espécies marítimas, este século será o último século com frutos do mar na natureza".

O estudo, do qual participaram cientistas de diversas instituições da Europa e das Américas, foi feito com base na análise dos índices de pesca em alto-mar, da pesca praticada em determinadas regiões costeiras e de experimentos feitos em ecossistemas pequenos e em outros onde a pesca é restrita ou protegida.

De acordo com o levantamento, em 2003, 29% das instalações pesqueiras em alto-mar estavam em estado de colapso, o que significa que a sua produção havia caído para menos de 10% do original.

Nem mesmo embarcações maiores, redes mais eficazes e novas tecnologias para encontrar peixes conseguiram aumentar o volume de pescados. Na realidade, houve uma queda de 13% no total pescado no mundo entre 1994 e 2003.

Registros históricos da pesca praticada em áreas costeiras da América do Norte, Europa e Austrália também revelam um declínio não só na quantidade de peixes, como em outros tipos de organismos marinhos.

O estudo também alerta que a tendência é que a perda da biodiversidade cause mais fechamentos de praias, inundações e disseminação de algas potencialmente nocivas.

Experimentos feitos em ecossistemas relativamente pequenos mostram que a redução da biodiversidade tende a gerar uma diminuição no tamanho e na qualidade dos estoques locais. Isso sugere que a perda de biodiversidade está por trás do declínio em estoques pesqueiros observado em estudos maiores.

Ao analisar áreas em que a pesca foi banida ou severamente restrita, os observadores concluíram que a proteção pode recuperar a biodiversidade naquela área e restaurar populações de peixes.

"A imagem que eu uso para explicar por que a biodiversidade é tão importante é que a vida marinha é como um castelo de cartas", disse Worm. "Todas as partes são integrantes da estrutura; quando você remove partes, particularmente na base, prejudica tudo que está no topo e ameaça a estrutura inteira."

Danos cumulativos

Segundo Worm, as espécies marinhas estão fortemente vinculadas umas às outras, "provavelmente mais do que na terra".

Em vez de atribuir os danos a uma atividade particular, como a pesca excessiva, a poluição ou a perda de hábitats, o estudo destaca os danos cumulativos dessas atividades.

Uma conclusão-chave, no entanto, é a necessidade de proteger mais áreas oceânicas.

Mas o diretor do programa marinho global, Carl Gustaf Lundin, diz que a extensão da proteção dos oceanos não é a única questão para conter a queda dos estoques.

"Você também tem de ter uma boa administração dos parques marinhos e boa administração das pesqueiras. Claramente, a pesca não deveria destruir o ecossistema. A pesca com rede de arrasto (que leva tudo que está no fundo do mar) é um bom exemplo de algo que destrói o ecossistema."

O especialista também defende a proteção da biodiversidade como forma de reverter o processo, mas Boris Worm, um dos autores do estudo, se diz cético quanto à vontade política para tomar medidas como estabelecer limites para a pesca.

Worm cita o caso da região de Grand Banks, no leste do Canadá, onde os estoques de bacalhau se esgotaram.

"Você tem consenso científico e nada acontece. É um exemplo triste; e o que aconteceu no Canadá deveria ser um aviso porque agora entrou em colapso e não volta".

Da mesma forma, diz o pesquisador, os alertas para disciplinar a pesca de bacalhau no Mar do Norte estão sendo ignorados.



Escrito por Luiz J. Marquart às 22h36
[] [envie esta mensagem]





Escrito por Luiz J. Marquart às 08h19
[] [envie esta mensagem]



MENOR CAMADA DE GELO NO ÁRTICO - post UOL 29/09/05

Camada de gelo do Ártico ocupa a menor área em um século



Escrito por Luiz J. Marquart às 08h17
[] [envie esta mensagem]



post BBc Brasil em 30.09.05

Susannah Price
de Nova York

Surto de gripe aviária pode matar 150 mi, diz ONU

O responsável pelo combate à gripe aviária na ONU, David Nabarro, disse que um novo surto da doença pode matar até 150 milhões de pessoas.

Segundo Nabarro, as chances de o vírus que atualmente atinge aves na Ásia sofrer uma mutação e passar para os humanos são muito altas.

"O número de mortes poderia ser algo entre cinco milhões e 150 milhões. Eu acredito que o trabalho que nós estamos fazendo vá fazer uma diferença nos próximos meses entre, por exemplo, se a próxima pandemia vai nos levar na direção de 150 milhões ou na direção de cinco milhões", afirmou.

De acordo com Nabarro, a eficácia do trabalho da ONU "será medida diretamente pelas vidas salvas e as conseqüências para o mundo."

Médico de formação, Nabarro saiu da Organização Mundial de Saúde (OMS) para assumir a função de coordenar os esforços das Nações Unidas para combater a gripe aviária no mundo.

A doença surgiu em 2003 e desde então matou milhões de aves e mais de 60 pessoas.

Na sua forma atual, o vírus não é passado facilmente de uma pessoa para a outra, mas especialistas temem que isso pode mudar se o vírus sofrer uma mutação.

A nomeação de Nabarro para o posto indica a gravidade com que a ONU vê a ameaça da gripe asiática.

A função dele será coordenar a resposta mundial à gripe aviária e ajudar nas preparações para uma pandemia.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2005/09/printable/050930_birdflucg.shtml



Escrito por Luiz J. Marquart às 22h07
[] [envie esta mensagem]



O DESASTRE ESTAVA PREVISTO - post NYT 02/09/05

Comentário:o autor descreve estudos desenvolvidos em 1998 que previam possíveis desastres naturais como estes que envolvem a região do Golfo do México. Impressiona a soberba dos governantes. Impressiona o desafio à natureza. Deus tem um propósito com mais este alerta! Leia Eventos Finais de EGW, pág. 26 - se desejar solicite-me cópia da página.

http://www.nytimes.com/2005/09/02/opinion/02fischetti.html?th&emc=th

They Saw It Coming

Lenox, Mass.

THE deaths caused by Hurricane Katrina are heart-rending. The suffering of survivors is wrenching. Property destruction is shocking. But perhaps the most agonizing part is that much of what happened in New Orleans this week might have been avoided.

Watching the TV images of the storm approaching the Mississippi Delta on Sunday, I was sick to my stomach. Not only because I knew the hell it could unleash (I wrote an article for Scientific American in 2001 that described the very situation that was unfolding) but because I knew that a large-scale engineering plan called Coast 2050 - developed in 1998 by scientists, Army engineers, metropolitan planners and Louisiana officials - might have helped save the city, but had gone unrealized.

The debate over New Orleans's vulnerability to hurricanes has raged for a century. By the late 1990's, scientists at Louisiana State University and the University of New Orleans had perfected computer models showing exactly how a sea surge would overwhelm the levee system, and had recommended a set of solutions. The Army Corps of Engineers, which built the levees, had proposed different projects.

Yet some scientists reflexively disregarded practical considerations pointed out by the Army engineers; more often, the engineers scoffed at scientific studies indicating that the basic facts of geology and hydrology meant that significant design changes were needed. Meanwhile, local politicians lobbied Congress for financing for myriad special interest groups, from oil companies to oyster farmers. Congress did not hear a unified voice, making it easier to turn a deaf ear.

Fed up with the splintered efforts, Len Bahr, then the head of the Louisiana Governor's Office of Coastal Activities, somehow dragged all the parties to one table in 1998 and got them to agree on a coordinated solution: Coast 2050. Completing every recommended project over a decade or more would have cost an estimated $14 billion, so Louisiana turned to the federal government. While this may seem an astronomical sum, it isn't in terms of large public works; in 2000 Congress began a $7 billion engineering program to refresh the dying Florida Everglades. But Congress had other priorities, Louisiana politicians had other priorities, and the magic moment of consensus was lost.

Thus, in true American fashion, we ignored an inevitable problem until disaster focused our attention. Fortunately, as we rebuild New Orleans, we can protect it - by engineering solutions that work with nature, not against it.

The conceit that we can control the natural world is what made New Orleans vulnerable. For more than a century the Army Corps, with Congress's blessing, leveed the Mississippi River to prevent its annual floods, so that farms and industries could expand along its banks. Those same floods, however, had dumped huge amounts of sediment and freshwater across the Mississippi Delta, rebuilding each year what gulf tides and storms had worn away and holding back infusions of saltwater that kill marsh vegetation. These vast delta wetlands created a lush, hardy buffer that could absorb sea surges and weaken high winds.

...

Cut several channels in the levees on the Mississippi River's southern bank ...

Build a new navigation channel from the Gulf into the Mississippi...

Erect huge seagates across the pair of narrow straits that connect the eastern edge of Lake Pontchartrain...

Finally, and most obviously, raise, extend and strengthen the city's existing but aging levees, canal walls and pumping systems that worked so poorly in recent days.

It's hard to say how much of this work could have been completed by today had Coast 2050 become a reality. Certainly, the delta wetlands and barrier islands would not have rebounded substantially yet. But undoubtedly progress would have been made that would have spared someone's life, someone's home, some jazz club or gumbo joint, some city district, some part of the region's unique culture that the entire country revels in. And we would have been well on our way to a long-term solution. For there is one thing we know for sure: hurricanes will howl through the Mississippi Delta again.

Mark Fischetti is a contributing editor to Scientific American magazine.



Escrito por Luiz J. Marquart às 22h22
[] [envie esta mensagem]



FURACÃO KATRINA - post UOL imagens 30.08.05

Imagem aérea revela ruas alagadas após a passagem do furacão Katrina pela cidade de Nova Orleans

Imagem de satélite mostra a aproximação do furacão Katrina ao continente



Escrito por Luiz J. Marquart às 00h04
[] [envie esta mensagem]



INUNDAÇÃO NA ÍNDIA

Grande parte da cidade de Mumbai foi paralisada pela enchente

Postado BBC 29.07.05 http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2005/07/050729_india2ms.shtml

Número de mortos em inundação na Índia passa de 800

O número de mortos nas inundações dos últimos dias na região de Mumbai, na Índia, já passa dos 800, e as equipes de resgate afirmam que não há esperanças de encontrar mais sobreviventes.

Os esforços de resgate continuam e as autoridades agora temem a transmissão de doenças devido às grandes quantidades de sujeira e carcaças de animais nas áreas inundadas.

Krishna Vats, uma autoridade do Ministério de Auxílio e Reabilitação, disse que o número de mortos e feridos pode aumentar ainda mais pois os corpos das vítimas estão sendo retirados de locais onde ocorreram deslizamentos de terra.

"Temos muitas carcaças de animais que precisamos retirar e uma grande quantidade de lixo nas ruas de cidades. Precisamos restabelecer o fornecimento de água, eletricidade e as telecomunicações, além de limpar a água", afirmou.

Na terça-feira a região teria registrado o maior índice pluviométrico de todos os tempos em um único dia na Índia: mais de 65 centímetros.

Controlar a população

Autoridades afirmaram que agora estão lutando para controlar a população.

No último incidente 22 pessoas, incluindo várias crianças, morreram pisoteadas depois que um falso alarme de tsunami gerou um tumulto em um subúrbio de Mumbai.

Segundo o vice-ministro-chefe do Estado de Maharashtra, em declaração à agência de notícias Associated Press, "pessoas morreram por causa de boatos".

Ele afirmou que carros da polícia com auto-falantes foram enviados para evitar que o incidente se repita.

Na região norte de Mumbai, uma favela inteira foi esmagada por um deslizamento de terra.

"Foi terrível retirar bebês que estavam debaixo das pedras e lama. Os muito jovens e os idosos simplesmente não conseguiram (escapar)", disse um bombeiro à agência de notícias Associated Press.

Alguns vilarejos em volta de Mumbai ainda estão isolados, e suprimentos de água e comida estão sendo jogados nos locais por aviões.

Metade das vítimas das enchentes morreu em Mumbai, esmagados por paredes que desabaram, presos em carros ou eletrocutados – muitos a caminho do trabalho, apesar de um aviso do governo para que ninguém saísse de casa na manhã seguinte às chuvas.

Muitas pessoas passaram as últimas noites presas em escritórios. Mas, segundo o correspondente da BBC em Mumbai, Zubair Ahmed, escolas e outros escritórios reabriram depois de dois dias fechados e o aeroporto da cidade voltou a funcionar.



Escrito por Luiz J. Marquart às 00h06
[] [envie esta mensagem]




[ ver mensagens anteriores ]